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	<title>Arquivos comunhão universal de bens - Almada Andrade</title>
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	<description>Sociedade de Advogados</description>
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	<title>Arquivos comunhão universal de bens - Almada Andrade</title>
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		<title>Posso comprar um imóvel sozinho mesmo sendo casado?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Almada de Andrade]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Jul 2022 18:14:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[casamento]]></category>
		<category><![CDATA[comunhão parcial de bens]]></category>
		<category><![CDATA[comunhão universal de bens]]></category>
		<category><![CDATA[regime de bens]]></category>
		<category><![CDATA[separação de bens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Casado pode comprar um imóvel sozinho, com seu próprio patrimônio? A resposta é que sim, mas as consequências são diversas. Entenda.</p>
<p>O post <a href="https://www.almadaandrade.com.br/posso-comprar-um-imovel-sozinho-mesmo-sendo-casado/">Posso comprar um imóvel sozinho mesmo sendo casado?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.almadaandrade.com.br">Almada Andrade</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Imóveis sempre foram considerados uma forma de investimento do patrimônio e uma dúvida comum é quando, mesmo em um casamento, algumas pessoas querem comprar um imóvel sozinho, com o próprio patrimônio. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você é casado, você pode comprar um imóvel sozinho? </p>



<p class="wp-block-paragraph">A resposta pra essa pergunta é que <strong>sim, você pode comprar um imóvel sozinho</strong>. As consequências dessa decisão é que podem ser bem diferentes, porque<strong> vai depender do regime de bens em que vocês decidiram se casar</strong>. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Para você entender melhor, os impactos nos principais regimes de bens que temos hoje em dia no Brasil são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>COMUNHÃO PARCIAL E COMUNHÃO UNIVERSAL DE BENS: </strong>No caso das comunhões de bens, você pode até comprar um imóvel sozinho, mas saiba que <strong>mesmo se você pagar sozinho pelo imóvel, ele vai pertencer ao casal (e isso não tem discussão). </strong>Por isso, nesses casos, o ideal é que haja um planejamento financeiro familiar conjunto, pois os dois vão ser donos desse imóvel.</li>



<li><strong>SEPARAÇÃO DE BENS:</strong> Esse regime é interessante pra quem quer investir em imóveis com seu patrimônio, mas não quer dividi-los em caso de um eventual divórcio. O lado bom do regime da separação de bens é que <strong>você pode comprar um imóvel sozinho sem se preocupar, pois somente você será proprietário. </strong>Mas, no caso dos dois comprarem um imóvel juntos, é importante constar o nome dos dois na matrícula para que o imóvel seja dos dois, ok?</li>
</ul>



<div class="wp-block-group aa-toc is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p class="wp-block-paragraph">Neste artigo</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><a href="#se-vivo-em-uniao-estavel-posso-comprar">Se vivo em união estável, posso comprar um imóvel sozinho?</a></li>


<li><a href="#separacao-de-bens-pode-ser-a-solucao">Separação de bens pode ser a solução</a></li>


<li><a href="#e-a-concordancia-do-conjuge-para-comprar">E a concordância do cônjuge para comprar um imóvel sozinho?</a></li>


<li><a href="#comprar-um-imovel-financiado-solteiro-e-se">Comprar um imóvel financiado solteiro e se casar depois: qual o risco?</a></li>
</ol>
</div>



<h2 class="wp-block-heading" id="se-vivo-em-uniao-estavel-posso-comprar">Se vivo em união estável, posso comprar um imóvel sozinho? </h2>



<p class="wp-block-paragraph">Se a união estável não está regularizada com um regime de bens diferente, as regras que vão valer serão as regras da comunhão parcial de bens, que já falamos ali em cima.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="separacao-de-bens-pode-ser-a-solucao">Separação de bens pode ser a solução </h2>



<p class="wp-block-paragraph">Então, para comprar e ter propriedade do imóvel de maneira individual, ou seja, sem dividir com o cônjuge, <strong>a única maneira permitida por lei é em um casamento com regime de separação total de bens</strong>. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Em qualquer outro regime, <strong>o imóvel será dos dois</strong> tanto durante o casamento, assim como em uma eventual separação, independente de quem tenha entrado com patrimônio para compra do imóvel.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na separação total de bens, como seu nome já nos dá a entender,&nbsp;cada cônjuge mantém o seu patrimônio em seu nome, seja ele obtido antes, durante ou após o casamento. É fato, entretanto, que esse é o regime menos tradicional de casamento. Os outros regimes mais comuns, como já colocamos aqui, são a&nbsp;comunhão parcial de bens&nbsp;e a&nbsp;comunhão total&nbsp;(ou universal) de bens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na comunhão parcial, que é a mais comum em todo o Brasil, o que cada um tinha antes do casamento, continua de propriedade particular, e o que é adquirido&nbsp;após o casamento é dividido&nbsp;entre os cônjuges. Já na comunhão total os bens, o patrimônio de ambos os cônjuges&nbsp;se tornam dos dois&nbsp;de maneira igualitária,&nbsp;ainda que tenham sido obtidos antes do casamento. Em cada um dos casos existem exceções, mas essa é a regra geral.</p>



<p class="aa-related wp-block-paragraph"><strong>Leia também:</strong> <a href="https://www.almadaandrade.com.br/7-duvidas-sobre-a-comunhao-parcial-de-bens/">7 dúvidas sobre a comunhão parcial de bens</a> e <a href="https://www.almadaandrade.com.br/tenho-direito-a-heranca-dos-meus-sogros/">Tenho direito à herança dos meus sogros?</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="e-a-concordancia-do-conjuge-para-comprar">E a concordância do cônjuge para comprar um imóvel sozinho?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Nos casos de venda de imóveis realizadas durante a vigência do casamento, caso o regime optado seja pela comunhão universal ou parcial de bens, é necessária a anuência do cônjuge. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A concordância existe para proteger os bens comuns do casal da dilapidação voluntária feita por um dos cônjuges e está prevista no Código Civil (vamos deixar o artigo abaixo). Portanto, a função dessa concordância é proteger os bens do casal, evitando que os parceiros ajam com a intenção de prejudicar um ao outro</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:clamp(14px, 0.875rem + ((1vw - 3.2px) * 0.103), 15px);">Art. 1.647. Ressalvado o disposto no art. 1.648, <strong>nenhum dos cônjuges pode, sem autorização do outro</strong>, exceto no regime da separação absoluta:</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:clamp(14px, 0.875rem + ((1vw - 3.2px) * 0.103), 15px);">I &#8211; alienar ou gravar de ônus real os bens imóveis;</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:clamp(14px, 0.875rem + ((1vw - 3.2px) * 0.103), 15px);">II &#8211; pleitear, como autor ou réu, acerca desses bens ou direitos;</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:clamp(14px, 0.875rem + ((1vw - 3.2px) * 0.103), 15px);">III &#8211; prestar fiança ou aval;</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:clamp(14px, 0.875rem + ((1vw - 3.2px) * 0.103), 15px);">IV &#8211; fazer doação, não sendo remuneratória, de bens comuns, ou dos que possam integrar futura meação.</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:clamp(14px, 0.875rem + ((1vw - 3.2px) * 0.103), 15px);">Parágrafo único. São válidas as doações nupciais feitas aos filhos quando casarem ou estabelecerem economia separada.</p>
<cite>Código Civil</cite></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Vendo esse artigo, conseguimos perceber que <strong>a anuência do cônjuge só é requisitada para quem vende o imóvel</strong>, é possível realizar a compra de um empreendimento sozinho, mesmo sendo casado. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Ou seja, é possível comprar um imóvel sozinho mesmo sendo casado, uma vez que a anuência do cônjuge só é requisitada para quem vende o imóvel.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="comprar-um-imovel-financiado-solteiro-e-se">Comprar um imóvel financiado solteiro e se casar depois: qual o risco?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse caso, considerando que o casal escolheu o regime da comunhão parcial de bens, o valor que é pago pelo titular do financiamento é considerado seu e, <strong>o montante pago após o casamento deverá ser partilhado em uma eventual separação</strong>. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A comunhão parcial de bens determina que <strong>deve haver esforço comum de ambos os cônjuges para manutenção do bem</strong> após o casamento, ainda que ele tenha sido originalmente adquirido por apenas um deles.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, saiba que sim, é possível dar esse passo e comprar um imóvel sozinho. Analise o regime de bens do seu casamento, procure um advogado especializado para redigir esse contrato de compra e venda do imóvel e efetive um ótimo negócio!</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<h2 class="wp-block-heading">Conte com a Almada Andrade Advogados</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A <a href="/sobre/"><strong>Almada Andrade Advogados</strong></a> atua em todas as áreas do Direito, como família e sucessões, contratos, Direito Empresarial, trabalhista, previdenciário, imobiliário, do consumidor e à saúde, entre outras. Cada caso é conduzido por profissionais da equipe e, quando necessário, por advogados parceiros com experiência no assunto. O foco é a prevenção: orientamos antes que o problema cresça e, quando preciso, defendemos seus direitos na Justiça.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atendemos presencialmente em Muriaé/MG e online em todo o Brasil e no exterior. Para entender as opções no seu caso, <a href="https://wa.me/5532999952049" target="_blank" rel="noopener"><strong>agende uma consulta pelo WhatsApp</strong></a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Telefone e WhatsApp: <a href="https://wa.me/5532999952049" target="_blank" rel="noopener">(32) 9 9995-2049</a>. E-mail: <a href="mailto:contato@almadaandrade.com.br">contato@almadaandrade.com.br</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acompanhe novos conteúdos do blog no <a href="https://www.instagram.com/almadaandrade.adv/" target="_blank" rel="noopener">Instagram @almadaandrade.adv</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tenho direito à herança dos meus sogros?</title>
		<link>https://www.almadaandrade.com.br/tenho-direito-a-heranca-dos-meus-sogros/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Almada de Andrade]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 May 2021 20:19:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[comunhão parcial de bens]]></category>
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		<category><![CDATA[herança]]></category>
		<category><![CDATA[regime de bens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Genros e noras não são herdeiros, em regra. Mas, dependendo do regime de bens que você tenha casado, você tem direito a herança dos sogros.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Cônjuge tem direito a herança dos sogros?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Quando o pai ou a mãe do cônjuge falece, geralmente vem com uma dúvida: tenho direito à herança dos meus sogros? </p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de qualquer coisa, é importante pontuar que sogro/sogra, do ponto de vista jurídico, também é parente. Assim,&nbsp;existe a hipótese de você entrar na partilha de bens&nbsp;do sogro ou da sogra. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A resposta ser sim ou não varia de acordo com o regime de bens escolhido no seu casamento. É o regime de bens, portanto, que diz se existe ou não direito à herança aos genros e noras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vamos analisar os principais regimes de bens e verificar em cada circunstância se há ou não direito à herança. </p>



<figure class="wp-block-table aligncenter is-style-regular"><table><thead><tr><th class="has-text-align-center" data-align="center">Regime de Bens</th><th class="has-text-align-center" data-align="center">Tem direito à herança dos sogros?</th></tr></thead><tbody><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center">Comunhão Parcial de Bens</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">Não</td></tr><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center">Comunhão Universal de Bens</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">Sim</td></tr><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center">Separação de Bens</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">Não</td></tr><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center">Participação Final nos Aquestos</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">Não</td></tr></tbody></table></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, ao contrário do que a maioria das pessoas pensa,&nbsp;<strong>somente na comunhão universal&nbsp;os genros e noras irão herdar dos sogros</strong>. Mas, <strong>nesse caso, se os sogros quiserem impedir os que o genro ou nora tenham acesso à herança, podem gravar seus bens com a chamada cláusula de incomunicabilidade.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na separação de bens, seja ela convencional ou obrigatória, o cônjuge não herdará dos sogros. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Se nesse regime nem os bens de cada cônjuge são partilhados um com o outro, não haveria sentido que o patrimônio recebido em inventário fosse objeto de partilha com o marido.</p>



<p class="aa-related wp-block-paragraph"><strong>Leia também:</strong> <a href="https://www.almadaandrade.com.br/posso-comprar-um-imovel-sozinho-mesmo-sendo-casado/">Posso comprar um imóvel sozinho mesmo sendo casado?</a> e <a href="https://www.almadaandrade.com.br/7-duvidas-sobre-a-comunhao-parcial-de-bens/">7 dúvidas sobre a comunhão parcial de bens</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">União estável e o direito à herança dos sogros</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A união estável é equiparada ao casamento em muitos aspectos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso decorreu de uma novidade trazida pela&nbsp;nossa Constituição&nbsp;Federal, que reconheceu a união estável como entidade familiar. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A lei atribuiu um regime de bens à união estável,&nbsp;para que fosse regularizada a relação patrimonial entre os companheiros e esse regime é o mesmo regime que é regra no casamento: o da comunhão parcial de bens. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, assim como no casamento sob o regime da comunhão parcial, não existe direito do companheiro ou da companheira em participar do inventário do sogro ou da sogra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lembrando sempre que em casos de união estável existe a possibilidade de estabelecer regime de bens diverso, desde que se faça pacto antenupcial estipulando o regime pretendido e, depois, registrando essa união estável no cartório.</p>



<h2 class="wp-block-heading">E se meu sogro quiser que eu tenha direito à herança?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Existem também aquelas situações em que os sogros que se dão muito bem com o genro ou a nora –&nbsp; muitas vezes, são amparados e cuidados por esses – e, por conta disso, têm o desejo de deixar uma parte de seus bens para eles.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se essa é a vontade dele, existe uma solução bem simples. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Basta que ela faça um testamento para formalizar esse desejo de que o genro ou nora receba a herança dos sogros. Esse ato pode garantir que, na partilha de bens, o genro ou nora terá direito a uma parte, mesmo que o regime de bens escolhido não lhe dê acesso à herança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como falamos antes, o contrário também é possível pela lei. Ou seja, se não for um desejo dos sogros, eles podem registrar a cláusula de incomunicabilidade para garantir que o genro ou nora não tenha acesso à herança, mesmo nos casos de comunhão universal de bens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em qualquer dos casos, é interessante procurar um advogado especializado para realizar todos os procedimentos e garantir que o desejo dos sogros seja priorizado. Afinal, são eles os donos do patrimônio.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<h2 class="wp-block-heading">Fale com uma advogada sobre o seu caso</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Este artigo foi escrito por <a href="/team/renata-almada-de-andrade/"><strong>Renata Almada de Andrade Iasbik</strong></a>, advogada de Direito de Família e Sucessões e sócia da Almada Andrade Advogados (OAB/MG 193.060 | OAB/SP 524.647).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada família tem uma história, e a melhor solução depende dos detalhes. Se você está passando por um divórcio, uma questão de guarda ou pensão alimentícia, um inventário ou quer planejar a sucessão do seu patrimônio, <a href="https://wa.me/5532999952049" target="_blank" rel="noopener"><strong>agende uma consulta pelo WhatsApp</strong></a>. O atendimento pode ser presencial em Muriaé/MG ou online, de qualquer lugar do Brasil ou do exterior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Telefone e WhatsApp: <a href="https://wa.me/5532999952049" target="_blank" rel="noopener">(32) 9 9995-2049</a>. E-mail: <a href="mailto:contato@almadaandrade.com.br">contato@almadaandrade.com.br</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para mais conteúdos sobre Direito de Família, siga <a href="https://www.instagram.com/renataalmada/" target="_blank" rel="noopener">@renataalmada no Instagram</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>7 dúvidas sobre a comunhão parcial de bens</title>
		<link>https://www.almadaandrade.com.br/7-duvidas-sobre-a-comunhao-parcial-de-bens/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Almada de Andrade]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 May 2021 23:47:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[casamento]]></category>
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		<category><![CDATA[planejamento matrimonial]]></category>
		<category><![CDATA[regime de bens]]></category>
		<category><![CDATA[separação de bens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O regime de comunhão parcial de bens é o mais adotado em casamentos e na união estável. Trouxemos 7 dúvidas mais comuns sobre esse regime.</p>
<p>O post <a href="https://www.almadaandrade.com.br/7-duvidas-sobre-a-comunhao-parcial-de-bens/">7 dúvidas sobre a comunhão parcial de bens</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.almadaandrade.com.br">Almada Andrade</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O regime da comunhão parcial de bens é o regime mais usado no Brasil. Ele é o regime legal de bens, ou seja, na ausência de pacto antenupcial, será este o regime aplicado ao casamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O regime de bens no casamento determina como vai se dar a administração dos bens durante a união e como serão divididos os bens em caso de divórcio ou morte de um dos cônjuges</strong>, pois antes de iniciar-se um processo de inventário é preciso apurar a meação do cônjuge sobrevivente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.almadaandrade.com.br/saiba-um-pouco-mais-sobre-os-principais-tipos-de-regimes-de-bens/">No Brasil, a lei prevê diferentes tipos de regime de bens</a>. O mais comum, como já falamos, é o da comunhão parcial de bens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, este também é o regime jurídico que define a divisão de bens dos companheiros nos casos de união estável onde não houve regularização por meio de escritura pública ou na falta de um pacto antenupcial. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Desse modo, para te ajudar a tirar algumas dúvidas sobre esse regime de bens e descobrir se ele é o mais apropriado para seu relacionamento, viemos tirar algumas dúvidas.</p>



<div class="wp-block-group aa-toc is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p class="wp-block-paragraph">Neste artigo</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><a href="#1-como-funciona-a-comunhao-parcial-de">1) Como funciona a comunhão parcial de bens?</a></li>


<li><a href="#2-quando-a-comunhao-parcial-de-bens">2) Quando a comunhão parcial de bens entra em vigor e quando acaba?</a></li>


<li><a href="#3-o-que-entra-na-divisao-de">3) O que entra na divisão de bens?</a></li>


<li><a href="#4-o-que-nao-entra-na-comunhao">4) O que não entra na comunhão?</a></li>


<li><a href="#5-a-comunhao-parcial-de-bens-e">5) A comunhão parcial de bens é obrigatória?</a></li>


<li><a href="#6-o-que-acontece-se-eu-nao">6) O que acontece se eu não escolher um regime de bens?</a></li>


<li><a href="#7-posso-mudar-o-regime-de-bens">7) Posso mudar o regime de bens após o casamento?</a></li>
</ol>
</div>



<h2 class="wp-block-heading" id="1-como-funciona-a-comunhao-parcial-de">1) Como funciona a comunhão parcial de bens? </h2>



<p class="wp-block-paragraph">O regime de casamento com comunhão parcial de bens quer dizer que os bens adquiridos durante o casamento ( chamados bens comuns) vão se comunicam entre os cônjuges, com exceção dos bens incomunicáveis. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os bens incomunicáveis, por exemplo, são os bens anteriores ao casamento, bens adquiridos em sub-rogação de bens particulares, obrigações anteriores ao casamento, pensões, etc.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ou seja, todo o patrimônio que for adquirido durante o casamento ou união estável (os aquestos), será dos dois.</strong> </p>



<p class="wp-block-paragraph">Então, se um dos cônjuges compra um carro, parte dele pertencerá ao outro, mesmo se no registro desse carro só estiver o nome de um deles. <a href="https://www.almadaandrade.com.br/posso-comprar-um-imovel-sozinho-mesmo-sendo-casado/">O mesmo vale se um deles comprar um imóvel durante o casamento</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim,  o patrimônio de vocês vai se dividir em 3 grupos: </p>



<ol class="wp-block-list">
<li>o seu patrimônio; </li>



<li>o patrimônio do seu cônjuge/companheiro; e </li>



<li>o patrimônio do casal. </li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">Os 2 primeiros grupos correspondem, em regra, ao que vocês tinham antes do casamento ou união estável. Isso é exclusivo de cada um e também inclui tudo o que vocês compraram ou receberão em razão de herança ou sucessão. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, o patrimônio do casal (ou aquesto) é tudo o que vocês adquiriram durante o matrimônio. É isso que vai entrar na divisão de bens: os aquestos. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Desse modo, todos os bens adquiridos no decorrer da união pertencerão aos dois. Isso vai acontecer mesmo que os bens estejam registrados no nome de apenas um deles.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Então, ao fim da união, por exemplo, estes bens serão divididos igualmente entre você e seu parceiro. </p>



<h2 class="wp-block-heading" id="2-quando-a-comunhao-parcial-de-bens">2) Quando a comunhão parcial de bens entra em vigor e quando acaba?</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O regime de bens só passará a valer a partir da data do casamento civil.</strong> Ou seja, os bens só pertencerão aos dois após vocês assinarem os papéis do matrimônio.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>No caso de união estável, por outro lado, ele entra em vigor a partir do início da convivência</strong>. Se você formalizar essa a união, pode decidir quando ele entrará em vigor porque pode definir qual foi a data de início dessa união estável. Nesse caso, a data vai ser anterior à data da assinatura, porque é a data de início da união.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quanto à data de cessação do regime, ela depende apenas da separação de fato. </strong>Assim, a partir do momento que vocês deixam de conviver, o regime de bens é extinto. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Como exemplo, se ele saiu de casa, vocês já vivem separados há um tempo mas nunca regularizaram esse divórcio, é a data dessa separação que vai contar. Se um de vocês adquiriu algo nesse período depois de separado, não será dividido.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Com a extinção do regime de bens acabam também as obrigações decorrentes do matrimônio: o dever de fidelidade recíproca, vida em comum no domicílio conjugal, mútua assistência, sustento, guarda e educação dos filhos e respeito e consideração mútuos</strong>. Isso vai ocorrer mesmo que não haja oficialização judicial ou extrajudicial.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="3-o-que-entra-na-divisao-de">3) O que entra na divisão de bens?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O artigo 1.660 do Código Civil regula todos os bens que entram na comunhão. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Vamos colocar o artigo a seguir, com alguns comentários.</p>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td>Art. 1.660. Entram na comunhão:</td><td></td></tr><tr><td>I &#8211; os bens adquiridos na constância do casamento por título oneroso, ainda que só em nome de um dos cônjuges;</td><td>Desde que o dinheiro para a aquisição tenha origem, igualmente, após o casamento. Além disso, ainda que esteja só no nome de um entra na divisão de bens se foi adquirido durante a união. </td></tr><tr><td>II &#8211; os bens adquiridos por fato eventual, com ou sem o concurso de trabalho ou despesa anterior;</td><td>Como exemplo, temos os prêmios de loterias, <em>reality shows</em> e sorteios e também retribuições por descobertas e criações artísticas (com exceção daquelas em que houver a aplicação da lei dos direitos autorais).</td></tr><tr><td>III &#8211; os bens adquiridos por doação, herança ou legado, em favor de ambos os cônjuges;</td><td>São os bens com cláusula de comunicabilidade.</td></tr><tr><td>IV &#8211; as benfeitorias em bens particulares de cada cônjuge;</td><td>Ou seja, se você fizer uma reforma em um imóvel que é bem particular, entende-se que o dinheiro gasto nessa reforma era dos dois e esse valor deve ser dividido, ainda que o imóvel seja somente seu.</td></tr><tr><td>V &#8211; os frutos dos bens comuns, ou dos particulares de cada cônjuge, percebidos na constância do casamento, ou pendentes ao tempo de cessar a comunhão.</td><td>Como exemplo, temos os aluguéis recebidos pela locação de um imóvel, a lavoura de uma plantação, etc. Ainda que esse fruto venha de bem particular, será comunicado.</td></tr></tbody></table><figcaption class="wp-element-caption">Artigo 1.160 do Código Civil, com alguns comentários ao lado.</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, neste regime, os bens que vocês comprarem durante o casamento farão parte do patrimônio comum e sobre eles irá incidir a meação.<strong> Isso significa que, caso a união chegue ao fim, eles serão divididos igualmente entre vocês e cada um ficará com a metade.</strong> </p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso acontece porque há uma presunção absoluta de contribuição, seja financeira ou moral, do outro cônjuge.  Essa presunção vem da ideia de que, dentro de um casamento, existe solidariedade e mútua cooperação patrimonial. Por exemplo, a mulher que deixa de trabalhar para que o marido consiga focar na sua carreira, está contribuindo de forma moral na aquisição do patrimônio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além dos bens onerosos, outros valores podem fazer parte do patrimônio comum, como por exemplo as dívidas contraídas durante a união.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="4-o-que-nao-entra-na-comunhao">4) O que não entra na comunhão?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Bens particulares são aqueles adquiridos antes do casamento e aqueles que vieram por ato gratuito (doação ou herança) ainda que na constância do casamento. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O artigo 1.659 do Código Civil regula os bens que não farão parte do patrimônio comum:</p>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td>Art. 1.659. Excluem-se da comunhão: </td><td></td></tr><tr><td>I &#8211; os bens que cada cônjuge possuir ao casar, e os que lhe sobrevierem, na constância do casamento, por doação ou sucessão, e os sub-rogados em seu lugar; </td><td></td></tr><tr><td>II &#8211; os bens adquiridos com valores exclusivamente pertencentes a um dos cônjuges em sub-rogação dos bens particulares;</td><td>Ou seja, se você tinha um carro antes do casamento e vendeu ele pra comprar outro do mesmo valor, esse novo carro pertencerá somente a você.</td></tr><tr><td>III &#8211; as obrigações anteriores ao casamento; </td><td></td></tr><tr><td>IV &#8211; as obrigações provenientes de atos ilícitos, salvo reversão em proveito do casal; </td><td></td></tr><tr><td>V &#8211; os bens de uso pessoal, os livros e instrumentos de profissão;</td><td>Essa cláusula pode ser afastada se afrontar o artigo 884 do Código Civil, que proíbe o enriquecimento sem causa.</td></tr><tr><td>VI &#8211; os proventos do trabalho pessoal de cada cônjuge; </td><td></td></tr><tr><td>VII &#8211; as pensões, meios-soldos, montepios e outras rendas semelhantes. </td><td></td></tr></tbody></table><figcaption class="wp-element-caption">Código Civil, com comentários nossos ao lado</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Desse modo, os bens que foram adquiridos antes do casamento, pertencem a quem os adquiriu. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Podemos resumir como: o bem que tem origem com dinheiro anterior ao casamento é&nbsp;bem particular, independentemente do momento do registro, pois a origem do bem é anterior ao casamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Existe também o bem particular por sub-rogação,&nbsp;o que significa que, se houver a troca de um bem que veio a título gratuito ou foi adquirido antes do casamento por outro de igual valor ou outros cuja somatória dê igual valor, o caráter de&nbsp;bem particular se mantém.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ademais, a valorização do patrimônio também é&nbsp;bem particular, de modo a valorização de um imóvel em razão de uma obra pública, por exemplo, não enseja meação da valorização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Igualmente, ações adquiridas antes do casamento que venham a valorizar durante este continuam sendo inteiramente&nbsp;bens particulares.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="5-a-comunhao-parcial-de-bens-e">5) A comunhão parcial de bens é obrigatória?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Não. Apesar da comunhão parcial de bens ser o regime legal, ele não é obrigatório. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas se você e seu companheiro não quiserem adotar esse regime, precisam fazer um pacto antenupcial.  </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Resumidamente, o pacto antenupcial é um documento através do qual você e seu companheiro deixam claro qual será o regime de bens do matrimônio e especificam como será feita a partilha em caso de término. </strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">É também possível incluir no pacto cláusulas acerca das obrigações de cada um no casamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="6-o-que-acontece-se-eu-nao">6) O que acontece se eu não escolher um regime de bens?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Como dito, se você não quiser adotar o regime da comunhão parcial, você precisa deixar essa vontade expressa por meio do pacto antenupcial. Então, <strong>se você não ficar o pacto antenupcial, o regime de seu casamento será automaticamente o da comunhão parcial.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso acontece porque o Código Civil estabelece que se não houver nenhuma convenção ou se ela for nula ou ineficaz, o regime adotado será o regime legal. Ou seja, a comunhão parcial de bens.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="7-posso-mudar-o-regime-de-bens">7) Posso mudar o regime de bens após o casamento?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Sim. </p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, para que isso aconteça, é necessário que exista autorização judicial. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Então você e seu cônjuge/companheiro devem solicitar ao juiz a alteração no regime de bens, apresentando o motivo da mudança. </p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-dots"/>



<h2 class="wp-block-heading">Fale com uma advogada sobre o seu caso</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Este artigo foi escrito por <a href="/team/renata-almada-de-andrade/"><strong>Renata Almada de Andrade Iasbik</strong></a>, advogada de Direito de Família e Sucessões e sócia da Almada Andrade Advogados (OAB/MG 193.060 | OAB/SP 524.647).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada família tem uma história, e a melhor solução depende dos detalhes. Se você está passando por um divórcio, uma questão de guarda ou pensão alimentícia, um inventário ou quer planejar a sucessão do seu patrimônio, <a href="https://wa.me/5532999952049" target="_blank" rel="noopener"><strong>agende uma consulta pelo WhatsApp</strong></a>. O atendimento pode ser presencial em Muriaé/MG ou online, de qualquer lugar do Brasil ou do exterior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Telefone e WhatsApp: <a href="https://wa.me/5532999952049" target="_blank" rel="noopener">(32) 9 9995-2049</a>. E-mail: <a href="mailto:contato@almadaandrade.com.br">contato@almadaandrade.com.br</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para mais conteúdos sobre Direito de Família, siga <a href="https://www.instagram.com/renataalmada/" target="_blank" rel="noopener">@renataalmada no Instagram</a>.</p>
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