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	<title>Arquivos regime de bens - Almada Andrade</title>
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	<description>Sociedade de Advogados</description>
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	<title>Arquivos regime de bens - Almada Andrade</title>
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		<title>Cônjuge pode ter bens pesquisados em execução? Entenda os riscos da comunhão parcial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Almada de Andrade]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Jul 2025 20:26:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Decisões]]></category>
		<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[regime de bens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>TJ/SP autoriza pesquisa de bens da esposa do devedor: saiba o que diz a decisão e os riscos da comunhão parcial de bens A&#160;21ª Câmara de Direito Privado&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading"><br>TJ/SP autoriza pesquisa de bens da esposa do devedor: saiba o que diz a decisão e os riscos da comunhão parcial de bens</h2>



<p>A&nbsp;<strong>21ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ/SP)</strong>&nbsp;decidiu, de forma unânime, que é possível a&nbsp;<strong>pesquisa de bens em nome da esposa de um executado</strong>, mesmo que ela&nbsp;<strong>não integre diretamente o processo de execução</strong>, desde que o casal seja casado sob o regime de&nbsp;<strong>comunhão parcial de bens</strong>.</p>



<p>A decisão foi tomada no âmbito de uma&nbsp;<strong>execução de título extrajudicial movida pelo CCB Brasil &#8211; China Construction Bank</strong>, e tem chamado atenção pelo impacto patrimonial que pode alcançar cônjuges em processos judiciais.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O que motivou a decisão?</h3>



<p>O banco exequente solicitou autorização para realizar&nbsp;<strong>pesquisas de bens via sistemas como Renajud, Infojud e Sisbajud</strong>, buscando patrimônio que possa ser alcançado pela execução, uma vez que o casal é casado sob o regime de&nbsp;<strong>comunhão parcial de bens</strong>.</p>



<p>A decisão de&nbsp;<strong>1ª instância havia negado o pedido</strong>, sob o argumento de que&nbsp;<strong>não existe solidariedade entre cônjuges</strong>&nbsp;e que tal medida violaria o&nbsp;<strong>direito ao contraditório e à ampla defesa</strong>&nbsp;da esposa, que não é parte da ação.</p>



<p>No entanto, ao analisar o recurso, o&nbsp;<strong>desembargador Miguel Petroni Neto</strong>, relator do caso, reformou a decisão, destacando que&nbsp;<strong>é legítima a investigação de bens do cônjuge</strong>&nbsp;quando existe&nbsp;<strong>comunhão parcial</strong>&nbsp;e, portanto,&nbsp;<strong>possibilidade de meação sobre o patrimônio adquirido durante o casamento</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Fundamento legal: artigo 790, IV, do CPC</h3>



<p>O relator baseou sua decisão no&nbsp;<strong>art. 790, inciso IV, do Código de Processo Civil</strong>, que autoriza a responsabilização patrimonial do cônjuge&nbsp;<strong>quando seus bens próprios ou da meação podem ser atingidos para o pagamento da dívida</strong>.</p>



<p>Além disso, reforçou que&nbsp;<strong>a simples pesquisa de bens não configura violação de direitos</strong>, e que eventual bloqueio indevido, como em salários ou bens particulares,&nbsp;<strong>pode ser contestado posteriormente pela parte atingida</strong>, com os devidos meios legais.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O que é a comunhão parcial de bens?</h3>



<p>A&nbsp;<strong>comunhão parcial de bens</strong>&nbsp;é o regime legal padrão no Brasil, adotado automaticamente quando os cônjuges não escolhem outro regime ao se casar. Nele,&nbsp;<strong>todos os bens adquiridos durante o casamento são comuns ao casal</strong>, ainda que estejam registrados em nome de apenas um dos cônjuges.</p>



<p>Por isso, em processos de execução,&nbsp;<strong>os bens adquiridos após o casamento podem ser parcialmente alcançados</strong>&nbsp;para pagamento de dívidas contraídas&nbsp;<strong>individualmente</strong>&nbsp;por um dos cônjuges,&nbsp;<strong>salvo exceções legais</strong>, como heranças, doações com cláusula de incomunicabilidade ou bens adquiridos antes do casamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Riscos de não planejar o regime de bens</h2>



<p>A decisão do TJ/SP evidencia um ponto fundamental: <strong>muitos casais se casam </strong><a href="https://www.almadaandrade.com.br/como-fazer-um-pacto-antenupcial-em-poucos-passos/"><strong>sem planejamento patrimonial</strong>, </a>acreditando que somente o patrimônio individual será protegido. No entanto, o regime de bens <strong>define a extensão do risco financeiro compartilhado no casamento</strong>.</p>



<p>É comum que casais:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Casem sem consultar advogado</strong>;</li>



<li><strong>Abram empresas ou adquiram imóveis sem planejamento jurídico</strong>;</li>



<li><strong>Façam acordos verbais ou informais, sem respaldo legal</strong>.</li>
</ul>



<p>Esse comportamento pode resultar em&nbsp;<strong>consequências jurídicas graves</strong>, como penhora de bens comuns ou até bloqueio de valores depositados em contas conjuntas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como se proteger?</h2>



<p>Para proteger seu patrimônio em relações conjugais:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Avalie, com um advogado, <strong>qual regime de bens é mais adequado</strong> à sua realidade;</li>



<li>Registre <strong>contratos de convivência</strong> ou <strong><a href="https://www.almadaandrade.com.br/acordo-pre-nupcial/">pactos antenupciais</a></strong> em cartório;</li>



<li>Formalize a divisão de bens em caso de dissolução da união;</li>



<li>Tenha <strong>consciência patrimonial ativa</strong>, especialmente em relações com histórico financeiro ou empresarial complexo.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Conclusão</h3>



<p>A decisão do TJ/SP de&nbsp;<strong>autorizar a pesquisa de bens da esposa do devedor</strong>&nbsp;reforça a importância do regime de bens no casamento. A&nbsp;<strong>comunhão parcial</strong>, adotada automaticamente na maioria dos casamentos,&nbsp;<strong>não protege integralmente o patrimônio de um dos cônjuges</strong>, e pode permitir que&nbsp;<strong>bens da família sejam alcançados em ações judiciais contra apenas um dos cônjuges</strong>.</p>



<p>Se você deseja proteger seus bens ou está envolvido em um processo de execução,&nbsp;<strong>procure a orientação de um advogado especializado em Direito de Família e Patrimonial</strong>. O planejamento preventivo é o melhor caminho para evitar surpresas desagradáveis no futuro.</p>



<p><strong>Precisa proteger seu patrimônio ou revisar seu regime de bens?</strong></p>



<p>Agende uma consulta com nosso escritório e receba orientação estratégica e segura para seu caso.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Entre em contato com nosso escritório</h3>



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<p>Você também pode acompanhar mais conteúdos de Direito de Família no meu Instagram, <strong><a href="https://www.instagram.com/renataalmada/">@renataalmada.</a></strong></p>



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<p></p>
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		<title>Separação de bens: tenho direito à pensão por morte?</title>
		<link>https://www.almadaandrade.com.br/separacao-de-bens-pensao-por-morte/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Almada de Andrade]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Mar 2025 02:35:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito das Sucessões]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Previdenciário]]></category>
		<category><![CDATA[pensão por morte]]></category>
		<category><![CDATA[regime de bens]]></category>
		<category><![CDATA[separação de bens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Casamento com separação total de bens dá direito à pensão por morte? Muitas pessoas casadas pelo regime de&#160;separação total de bens&#160;se perguntam se, em caso de falecimento do&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Casamento com separação total de bens dá direito à pensão por morte?</h2>



<p>Muitas pessoas casadas pelo regime de&nbsp;<strong>separação total de bens</strong>&nbsp;se perguntam se, em caso de falecimento do cônjuge, terão&nbsp;<strong>direito à pensão por morte</strong>. A boa notícia é que&nbsp;<strong>sim, é possível receber esse benefício</strong>, desde que sejam cumpridos os requisitos legais exigidos pelo INSS.</p>



<p>Neste artigo, vamos explicar&nbsp;<strong>por que o regime de bens não interfere na pensão por morte</strong>&nbsp;e o que você precisa observar para garantir esse direito.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Separação total de bens x Pensão por morte</h2>



<p>Antes de tudo, é importante entender que o&nbsp;<strong>regime de bens</strong>&nbsp;escolhido no casamento — como a&nbsp;<strong>separação total</strong>&nbsp;— tem efeitos no&nbsp;<strong>direito civil</strong>, principalmente em situações de&nbsp;<strong>divórcio</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>inventário</strong>. Já a&nbsp;<strong>pensão por morte</strong>&nbsp;é um&nbsp;<strong>benefício previdenciário</strong>, regido por normas do&nbsp;<strong>INSS (Instituto Nacional do Seguro Social)</strong>.</p>



<p>Ou seja, mesmo que você tenha se casado em&nbsp;<strong>separação total de bens</strong>, isso&nbsp;<strong>não impede o direito à pensão por morte</strong>. O que realmente importa são os&nbsp;<strong>critérios previdenciários</strong>, como a qualidade de segurado do falecido e o tempo de união.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Requisitos para a pensão por morte</h2>



<p>Para ter direito à pensão por morte como cônjuge ou companheiro, é preciso preencher os seguintes requisitos:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Qualidade de segurado do falecido</strong> – ou seja, ele deve estar contribuindo para o INSS ou estar no período de graça;</li>



<li><strong>Comprovação da união</strong> – seja casamento civil ou união estável devidamente comprovada;</li>



<li><strong>Tempo de união</strong> e <strong>quantidade de contribuições</strong> do falecido;</li>



<li><strong>Idade do cônjuge sobrevivente</strong>, que influencia diretamente na duração da pensão.</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading">Tempo de casamento e contribuições influenciam</h2>



<p>Se o falecimento ocorreu&nbsp;<strong>após 18/06/2015</strong>, aplicam-se regras específicas. Veja:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Casamento ou união com menos de 2 anos</strong>: o cônjuge só terá direito a <strong>4 meses de pensão</strong>;</li>



<li><strong>Menos de 18 contribuições</strong> ao INSS pelo falecido: também gera <strong>apenas 4 meses de pensão</strong>, mesmo que a união seja mais longa.</li>
</ul>



<p>Em ambos os casos, a ideia é evitar fraudes e garantir o benefício apenas quando há vínculos mais consolidados.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quanto tempo dura a pensão por morte?</h2>



<p>A&nbsp;<strong>idade do cônjuge sobrevivente</strong>&nbsp;define o&nbsp;<strong>tempo de duração da pensão</strong>. Confira a tabela:</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><th><strong>Idade do cônjuge sobrevivente</strong></th><th><strong>Duração da pensão</strong></th></tr></thead><tbody><tr><td>Menos de 22 anos</td><td>3 anos</td></tr><tr><td>De 22 a 27 anos</td><td>6 anos</td></tr><tr><td>De 28 a 30 anos</td><td>10 anos</td></tr><tr><td>De 31 a 41 anos</td><td>15 anos</td></tr><tr><td>De 42 a 44 anos</td><td>20 anos</td></tr><tr><td>A partir de 45 anos</td><td>Vitalícia</td></tr></tbody></table></figure>



<p>Essa progressão busca equilibrar o benefício com a expectativa de inserção do cônjuge no mercado de trabalho.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Atenção: cada caso é único</h2>



<p>É fundamental compreender que essas regras se aplicam&nbsp;<strong>especificamente aos cônjuges e companheiros</strong>. Existem&nbsp;<strong>outras normas para pais, filhos e irmãos</strong>&nbsp;do falecido, que não tratamos neste artigo.</p>



<p>Além disso, outros fatores como&nbsp;<strong>dependência econômica</strong>,&nbsp;<strong>tempo de contribuição do falecido</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>provas da união</strong>&nbsp;podem influenciar a análise do INSS.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Conclusão</h4>



<p>Estar casado sob o regime de&nbsp;<strong>separação total de bens não impede o recebimento da pensão por morte</strong>. O que realmente importa são os&nbsp;<strong>critérios previdenciários</strong>, como a qualidade de segurado, tempo de união e idade do cônjuge sobrevivente.</p>



<p>Se você perdeu um companheiro(a) e deseja saber se tem direito à pensão por morte, o ideal é&nbsp;<strong>buscar orientação com um advogado especializado em Direito Previdenciário</strong>&nbsp;para garantir seus direitos e evitar erros no processo junto ao INSS.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p><strong>Fale com nosso escritório</strong>&nbsp;e agende uma consulta. Estamos prontos para analisar seu caso e orientar com segurança e clareza.</p>



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		<title>Prêmio de loteria se partilha mesmo com separação de bens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Almada de Andrade]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Sep 2024 20:13:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Decisões]]></category>
		<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[casamento]]></category>
		<category><![CDATA[regime de bens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>STJ decidiu que um prêmio de loteria de R$ 28 milhões deve ser partilhado entre a viúva e os herdeiros, mesmo com separação de bens.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">STJ decide: Prêmio de loteria de R$ 28 milhões entra em partilha de bens</h2>



<p>Já pensou ganhar na loteria e, depois, descobrir que o prêmio precisa ser dividido com os herdeiros, mesmo com separação de bens no casamento? </p>



<p>Foi isso que aconteceu recentemente em um caso julgado pelo STJ, que decidiu que um prêmio de loteria de R$ 28 milhões, ganho pela viúva durante o casamento, deveria ser incluído no inventário do falecido. </p>



<p>Mesmo com o casamento sob o regime de <a href="https://www.almadaandrade.com.br/separacao-obrigatoria-de-bens-70-anos/">separação obrigatória de bens</a>, o tribunal entendeu que esse prêmio deveria ser partilhado entre a viúva e os herdeiros.</p>



<p>Mas por que essa decisão foi tomada? Vamos explicar!</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que o prêmio de loteria deve ser partilhado?</h2>



<p>A questão central aqui envolve o entendimento de que o prêmio da loteria, ganho durante o casamento, é considerado um bem comum, independentemente do regime de bens entre o casal, dentro do regime de bens que o casal estava inserido. </p>



<p>Mesmo sob o regime de separação obrigatória de bens, que normalmente protege os patrimônios individuais, o STJ considerou que o prêmio foi adquirido de forma eventual durante a união, ou seja, ele faz parte do &#8220;patrimônio do casal&#8221; e, por isso, deve ser partilhado.</p>



<p>Isso quer dizer que não importa se o casal estava em separação obrigatória de bens. A corte considerou que <strong>não era necessário provar que o prêmio foi fruto de esforço comum entre os cônjuges</strong>, pois o simples fato de ter sido adquirido durante o casamento já o torna um bem partilhável.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A decisão do STJ no caso do prêmio de loteria</h2>



<p>O STJ reformou a decisão de uma instância inferior que havia excluído o prêmio de loteria da partilha, com o argumento de que o prêmio não havia sido conquistado com trabalho ou esforço comum. O tribunal de instância inferior havia decidido que o prêmio era fruto de sorte, não de um esforço compartilhado entre o casal.</p>



<p>No entanto, ao revisar o caso, a 4ª turma do STJ decidiu que, e<strong>mbora o prêmio tenha sido fruto de sorte, ele foi adquirido durante o casamento e deve, sim, ser considerado um bem comum.</strong> O ministro Antonio Carlos Ferreira, relator do caso, destacou que a jurisprudência já reconhece que bens adquiridos por eventos fortuitos, como prêmios de loteria, devem ser partilhados entre o cônjuge sobrevivente e os herdeiros.</p>



<p>Portanto, os R$ 28 milhões do prêmio serão divididos entre a viúva e os herdeiros do falecido, assim como qualquer outro bem comprado com esse valor. Isso inclui imóveis, investimentos ou qualquer outro patrimônio adquirido com os recursos da loteria.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que significa isso para outros casos de separação de bens?</h2>



<p>Se você está casado sob o<a href="https://www.almadaandrade.com.br/regime-de-bens-70-anos/"> regime de separação obrigatória de bens </a>e acha que isso automaticamente exclui qualquer necessidade de partilhar eventuais ganhos inesperados, como um prêmio de loteria, essa decisão do STJ serve como alerta.</p>



<p>O tribunal deixou claro que, mesmo em regimes de separação obrigatória de bens, existem casos em que o patrimônio será considerado comum e, portanto, partilhável.</p>



<p>Por isso, é importante consultar um advogado, entender os riscos e saber como proteger o patrimônio e ter sua vontade respeitada, antes que seja tarde demais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sorte compartilhada?</h2>



<p>O julgamento do STJ mostra que, mesmo com separação obrigatória de bens, eventos fortuitos como prêmios de loteria podem ser incluídos no patrimônio comum do casal. A justiça entendeu que o prêmio, por ser adquirido durante o casamento, faz parte da herança e deve ser partilhado entre o cônjuge sobrevivente e os herdeiros.</p>



<p>Se você está em uma situação semelhante ou tem dúvidas sobre como seu patrimônio pode ser afetado em um inventário, é importante consultar um advogado especializado em direito de família e sucessões para entender melhor os seus direitos e deveres.</p>



<p>Agora que você sabe como o prêmio de loteria pode ser dividido, mesmo com separação de bens, esteja atento e busque orientações jurídicas para proteger seu patrimônio.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Entre em contato com nosso escritório</h3>



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		<item>
		<title>Casamento aos 70+: Como evitar a separação obrigatória de bens?</title>
		<link>https://www.almadaandrade.com.br/separacao-obrigatoria-de-bens-70-anos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Almada de Andrade]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Feb 2024 11:37:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[casamento]]></category>
		<category><![CDATA[contrato]]></category>
		<category><![CDATA[regime de bens]]></category>
		<category><![CDATA[união estável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Casamento após os 70, o que você precisa saber? Descubra como casais acima de 70 podem alterar o regime de bens e proteger seus direitos.</p>
<p>O post <a href="https://www.almadaandrade.com.br/separacao-obrigatoria-de-bens-70-anos/">Casamento aos 70+: Como evitar a separação obrigatória de bens?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.almadaandrade.com.br">Almada Andrade</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O amor não tem idade, e o casamento após os 70 anos se tornou uma realidade cada vez mais comum. Com isso, muitos casais se perguntam: é possível evitar a separação obrigatória de bens, prevista pela lei para quem se casa nessa faixa etária? </p>



<p>A resposta é sim, graças a uma <a href="https://www.almadaandrade.com.br/regime-de-bens-70-anos/">recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF),</a> que trouxe mudanças significativas para os idosos que desejam se casar ou formalizar uma união estável.</p>



<h2 class="wp-block-heading">É tarde demais para mudar o regime de separação obrigatória de bens após os 70?</h2>



<p>Muitos acreditam que, após os 70 anos, estariam automaticamente sujeitos ao regime de separação obrigatória de bens, uma condição que impede a comunhão de patrimônio adquirido antes ou durante o casamento. </p>



<p>No entanto, a decisão do STF esclarece que <strong>não é tarde para escolher um regime de bens diferente, desde que haja uma manifestação expressa de vontade das partes</strong>.</p>



<p>De acordo com o Código Civil, após o casamento, a mudança do regime de bens é possível, mas requer autorização judicial, após análise das motivações do casal e a garantia de que não haverá prejuízos a terceiros. Portanto, para alterar o regime de bens, é necessário um processo judicial. </p>



<p>O processo para mudar o regime de bens envolve a apresentação de uma petição conjunta dos cônjuges ao tribunal. Esta petição, feita pelo advogado, irá descrever os motivos para a alteração desejada, assegurando que os direitos de terceiros sejam respeitados. </p>



<p>Após a aprovação judicial, mandados de averbação serão enviados aos cartórios relevantes, garantindo que a mudança seja oficialmente registrada e possibilitando o casal criar acordos personalizados e seguros.</p>



<h2 class="wp-block-heading">União estável após os 70 anos: Posso optar pela comunhão parcial de bens?</h2>



<p>Sim, é possível! Mesmo na união estável, casais com mais de 70 anos não estão mais restritos ao regime de separação obrigatória de bens. </p>



<p>A chave para essa liberdade é a escritura pública de união estável, um documento que deve ser redigido de acordo com a vontade do casal e por um advogado especialista. Esse documento assegura que as intenções do casal sejam claramente expressas e legalmente reconhecidas, permitindo a escolha de um regime de bens que reflita melhor sua realidade e desejos.</p>



<p>A comunhão parcial de bens, por exemplo, permite em regra que o casal compartilhe os bens adquiridos conjuntamente durante a união, mantendo como propriedade individual os bens que cada um possuía antes de se unirem. Essa flexibilidade é essencial para garantir que ambos os parceiros se sintam seguros e protegidos em sua relação.</p>



<p>Estamos disponíveis para ajudar! Com vasta experiência em direito de família e especialização em casamentos e uniões estáveis, nossa equipe está preparada para orientá-lo em cada passo desse processo. Se você deseja mais informações sobre como podemos ajudá-lo a navegar por essas mudanças e garantir que seus direitos sejam protegidos, entre em contato conosco. Sua tranquilidade e segurança são nossas prioridades.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Entre em contato com nosso escritório</h3>



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		<title>Maiores de 70 agora podem escolher seu regime de bens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Almada de Andrade]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Feb 2024 10:28:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Decisões]]></category>
		<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[casamento]]></category>
		<category><![CDATA[regime de bens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda como a nova decisão do STF permite a maiores de 70 anos escolher o regime de bens em casamentos e uniões estáveis.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">STF decreta: pessoas com 70 anos ou mais não são mais obrigados ao regime de separação obrigatória de bens</h2>



<p><strong>Se você tem mais de 70 anos e não deseja seguir o regime de separação obrigatória de bens, nós podemos ajudar. </strong>A recente decisão do Supremo Tribunal Federal trouxe uma mudança significativa nas regras de gestão de bens para pessoas acima de 70 anos que desejam casar ou formalizar uma união estável. </p>



<p>Antes dessa decisão, a lei brasileira determinava <em>automaticamente </em>que, se alguém com mais de 70 anos se casasse ou entrasse em uma união estável, os bens adquiridos antes e durante a relação <strong>não seriam compartilhados com o parceiro(a)</strong> &#8211; isso é o que chamamos de regime de separação obrigatória ou legal de bens.</p>



<p>Agora é possível optar por compartilhar os bens ou estabelecer acordos personalizados através de uma escritura pública.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Posso alterar meu regime de bens após os 70?</h2>



<p>Sim! O STF decidiu que essa regra não é mais absoluta. </p>



<p>Agora, se duas pessoas, onde pelo menos uma delas tem mais de 70 anos, decidirem se casar ou viver juntas, <strong>elas podem escolher como querem que seus bens sejam tratados.</strong> Em outras palavras, se desejarem compartilhar seus bens ou estabelecer regras personalizadas em um <a href="https://www.almadaandrade.com.br/acordo-pre-nupcial/">acordo pré-nupcial</a>, podem fazê-lo por meio de escritura pública.</p>



<p>Imagine, por exemplo, que João, com 72 anos, e Maria, com 68, desejam casar. Antes, qualquer bem adquirido por João ou Maria após o casamento seria de propriedade exclusiva do comprador, sem direitos para o outro, mesmo vivendo juntos. Isso também afetaria questões de herança e direitos sobre os bens adquiridos após o casamento. </p>



<p>Com a nova decisão, João e Maria podem ter a liberdade de decidir, juntos, que querem compartilhar tudo o que adquirirem após o casamento, assim como um casal de qualquer outra idade anos faria. Para isso, basta que eles façam uma escritura pública expressando essa vontade.</p>



<p>Essa alteração legislativa reconhece a evolução da sociedade brasileira, onde as pessoas estão vivendo mais e merecem ter suas escolhas respeitadas, sem sofrer discriminação por idade. </p>



<p>O STF considerou que a regra anterior era injusta e não respeitava a capacidade das pessoas idosas de tomar decisões sobre seus próprios bens. Além disso, a decisão também aponta para a luta contra o etarismo, ou seja, a discriminação baseada na idade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2>



<p>Em resumo, o que o STF decidiu é uma forma de garantir que as pessoas com mais de 70 anos tenham mais liberdade para decidir como querem gerenciar seus bens em um casamento ou união estável, promovendo a igualdade e respeitando a dignidade de todos, independentemente da idade.</p>



<p>Se você está nessa faixa etária e deseja ajustar o regime de seus bens para refletir melhor seus desejos e necessidades, é crucial contar com o suporte de um escritório especializado. </p>



<p>Nossa equipe pode ajudá-lo a construir uma escritura pública segura e personalizada, garantindo que suas intenções sejam claramente expressas e legalmente reconhecidas. Entre em contato e veja como podemos facilitar esse processo para você, promovendo sua tranquilidade e proteção legal.</p>



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		<title>Carro usado para trabalho e a divisão de bens</title>
		<link>https://www.almadaandrade.com.br/carro-usado-para-trabalho-e-a-divisao-de-bens/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Almada de Andrade]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jan 2024 14:14:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[divisão de bens]]></category>
		<category><![CDATA[divórcio]]></category>
		<category><![CDATA[regime de bens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Descubra se um carro usado para trabalho entra na divisão de bens no regime de comunhão parcial e como um pré-nupcial pode influenciar.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">&#8220;Faço atendimento em domicílio com meu carro, no caso de comunhão parcial de bens, ele entra na divisão ou não?&#8221;</h2>



<p>Quando se trata de divisão de bens em um casamento sob o regime de comunhão parcial, muitas dúvidas surgem, especialmente em relação a bens utilizados para fins profissionais, como um carro usado para atendimento em domicílio ou <a href="https://www.almadaandrade.com.br/no-divorcio-carro-de-uber-entra-na-divisao-de-bens/">por motorista de aplicativo</a>. Vamos esclarecer essa questão e explorar como um acordo pré-nupcial pode influenciar a situação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Carro como Instrumento de Profissão na Comunhão Parcial</h2>



<p>No regime de comunhão parcial de bens, a regra geral é que todos os bens adquiridos após o casamento são considerados comuns ao casal. No entanto, o Código Civil<sup data-fn="6dc85866-9309-4998-a9eb-6dfdaae51a9b" class="fn"><a href="#6dc85866-9309-4998-a9eb-6dfdaae51a9b" id="6dc85866-9309-4998-a9eb-6dfdaae51a9b-link">1</a></sup> brasileiro estabelece exceções, incluindo bens de uso pessoal, livros e instrumentos de profissão. </p>



<p>Surge então a dúvida: <strong>um carro usado para atendimento em domicílio pode ser considerado um instrumento de profissão e, portanto, excluído da divisão de bens?</strong></p>



<p>A resposta não é tão simples e depende de vários fatores. Se o carro foi adquirido com esforço mútuo do casal e representa um valor significativo em relação ao patrimônio total, geralmente ele entra na divisão de bens<sup data-fn="155adacb-dd55-4002-836b-bdc283058d49" class="fn"><a href="#155adacb-dd55-4002-836b-bdc283058d49" id="155adacb-dd55-4002-836b-bdc283058d49-link">2</a></sup>. Isso se deve ao princípio de equilíbrio na divisão patrimonial e à prevenção do enriquecimento sem causa de uma das partes.</p>



<p>Dessa forma, pode ser que o permaneça com você, porém, o carro deverá ser avaliado e o valor correspondente à meação deve ser compensado, em favor do ex-cônjuge, no momento da divisão dos bens.</p>



<p>A decisão sobre se um carro entra ou não na divisão de bens também depende de como ele é utilizado e financiado. Por exemplo, se o carro é essencial para a atividade profissional e foi adquirido exclusivamente com recursos próprios que você já possuía <em>antes </em>do casamento, ou se foi recebido como herança ou doação, pode haver argumentos para sua exclusão da partilha.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O Papel do Acordo Pré ou Pós-Nupcial</h2>



<p>Os acordos pré ou pós-nupciais são instrumentos jurídicos que permitem aos casais definir e personalizar a gestão de seus bens durante o casamento. Esses acordos são particularmente úteis para estabelecer regras claras sobre quais bens serão considerados comuns e quais permanecerão como propriedade individual de cada cônjuge. </p>



<p>Um dos maiores benefícios dos acordos pré ou pós-nupciais é a capacidade de<strong><a href="https://www.almadaandrade.com.br/acordo-pre-nupcial/"> personalizar a gestão de bens do casal.</a></strong> Por exemplo, o carro adquirido para o trabalho pode ser considerado um bem exclusivo para uso profissional. </p>



<p>Ao estipular isso em um acordo pré ou pós-nupcial, o casal pode decidir que esse bem não será incluído na comunhão de bens, permanecendo como propriedade individual. </p>



<p>Para profissionais que dependem de ferramentas ou veículos específicos para seu trabalho, como um carro para atendimento em domicílio, a proteção desses bens é essencial. Isso pode simplificar a divisão de bens em caso de separação. Isso garante uma separação mais amigável e eficiente, com regras claras já estabelecidas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Escolhendo Outro Regime de Bens</h2>



<p>Além do pré-nupcial, os casais podem optar por um regime de bens diferente, como a separação total, onde cada um mantém a propriedade e o controle total sobre seus bens, independentemente de quando foram adquiridos.</p>



<p>Para optar pela separação total de bens, os casais devem fazer essa escolha explicitamente antes do casamento, geralmente por meio de um pré-nupcial, ou após o casamento, pela alteração do regime de bens. É importante que ambos os cônjuges estejam de acordo e compreendam as implicações dessa escolha.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Consulte um Advogado</h2>



<p>Para garantir que seus direitos sejam protegidos e que você entenda completamente as implicações legais, é aconselhável consultar um advogado especializado em direito de família. Eles podem ajudar a elaborar um acordo pré-nupcial adequado, aconselhar sobre o melhor regime de bens para sua situação e analisar se, no seu caso, o carro poderá ou não entrar na divisão de bens.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2>



<p>Entender como um carro usado para atendimento em domicílio se encaixa na divisão de bens em um casamento com comunhão parcial é crucial. Com a ajuda de um acordo pré-nupcial ou a escolha de um regime de bens diferente, você pode garantir que seus interesses profissionais e pessoais sejam protegidos em caso de separação.</p>



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<ol class="wp-block-footnotes"><li id="6dc85866-9309-4998-a9eb-6dfdaae51a9b">Código Civil, Art. 1.659. Excluem-se da comunhão: (&#8230;) V &#8211; os bens de uso pessoal, os livros e instrumentos de profissão; <a href="#6dc85866-9309-4998-a9eb-6dfdaae51a9b-link" aria-label="Ir para a referência 1 na nota de rodapé">↩︎</a></li><li id="155adacb-dd55-4002-836b-bdc283058d49">Impõe-se a <strong>compensação patrimonial</strong>, para assegurar a propriedade do instrumento de trabalho, a quem dele se utiliza. (TJMG &#8211; 5ª Câmara Cível &#8211; Apelação Cível nº 1.0079.11.005524-5/001 &#8211; Relator Desembargador Versiani Penna &#8211; j. 20/09/2012);<br><br>AÇÃO DE DIVÓRCIO. SENTENÇA DE PROCEDÊNCIA PARA DECRETAR O DIVÓRCIO E DETERMINAR A PARTILHA DO ÚNICO BEM DO CASAL. INSURGÊNCIA DO EX-MARIDO. ARGUMENTO DE QUE O VEÍCULO REPRESENTA INSTRUMENTO DE TRABALHO, HAJA VISTA SER O APELANTE CAMINHONEIRO. INCOMUNICABILIDADE QUE SUBENTENDE O EFETIVO EXERCÍCIO PROFISSIONAL, CONSUBSTANCIANDO-SE EM GARANTIA DE USO. BEM ADQUIRIDO NA CONSTÂNCIA DO CASAMENTO EM COMUNHÃO PARCIAL, PRESSUPONDO-SE ESFORÇO CONJUNTO. EXISTÊNCIA DE TRANSFERÊNCIA DE TITULARIDADE DO BEM JUNTO AO DETRAN A DEMONSTRAR A VENDA DO CAMINHÃO. ALEGAÇÃO DE QUE AGORA O EX-CÔNJUGE TRABALHA COM VÍNCULO DE SUBORDINAÇÃO, NÃO SENDO MAIS AUTÔNOMO. BEM QUE, A TODA EVIDÊNCIA, DEIXOU DE REPRESENTAR INSTRUMENTO DE PROFISSÃO, NA DICÇÃO DO ARTIGO 1659, V, DO CÓDIGO CIVIL VIGENTE. REPASSE DA METADE DO VALOR DE MERCADO DO VEÍCULO A TÍTULO DE MEAÇÃO DEVIDO. RECURSO CONHECIDO E DESPROVIDO.<strong> A incomunicabilidade dos instrumentos de profissão, deve ser interpretada de modo a não contrariar o pressuposto essencial do regime de bens do ex-par, consubstanciado na comunicação de tudo o que for adquirido onerosamente na constância da sociedade conjugal. Para tanto, como circunstância excepcional, deve-se traduzir em garantia de uso, a ser compensada pela expressão econômica dos instrumentais, sob pena de enriquecimento a custa de outrem. </strong>Não obstante a exclusão legal, os instrumentos de profissão, notadamente quando adquiridos em conjunto pelo casal, representam o cerne do regime comunitário, baseado na comunhão de esforços, interesses, vidas e objetivos. Notório que o casal que investe na profissão de um deles, o faz a título de garantir uma melhor situação financeira ao ente familiar, visando, por óbvio, ao crescimento patrimonial da família como um todo. Tal circunstância torna-se ainda mais evidente quando, como no caso em debate, o bem representa a única aquisição de vulto do ex-casal. (TJSC &#8211; 6ª Câmara de Direito Civil &#8211; Apelação Cível nº 2011.094077-7 &#8211; Relator Desembargador Ronei Danielli &#8211; j. 30.8.2012). <a href="#155adacb-dd55-4002-836b-bdc283058d49-link" aria-label="Ir para a referência 2 na nota de rodapé">↩︎</a></li></ol><p>O post <a href="https://www.almadaandrade.com.br/carro-usado-para-trabalho-e-a-divisao-de-bens/">Carro usado para trabalho e a divisão de bens</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.almadaandrade.com.br">Almada Andrade</a>.</p>
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		<title>Contratos de família e o caso Susana Werner e Júlio César</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Almada de Andrade]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Dec 2023 22:58:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[divórcio]]></category>
		<category><![CDATA[pacto antenupcial]]></category>
		<category><![CDATA[pré-nupcial]]></category>
		<category><![CDATA[regime de bens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p> Explore como a separação de Susana Werner e Júlio César destaca a necessidade de contratos de família para proteger interesses pessoais e profissionais em um casamento.</p>
<p>O post <a href="https://www.almadaandrade.com.br/susana-werner-julio-cesar-contrato/">Contratos de família e o caso Susana Werner e Júlio César</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.almadaandrade.com.br">Almada Andrade</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A separação de Susana Werner e Júlio César, embora não tenhamos detalhes específicos, serve como um lembrete crucial da importância do planejamento matrimonial financeiro por meio dos contratos de família. </p>



<p>Muitas mulheres, ao longo de suas vidas, enfrentam o dilema de abandonar suas carreiras para seguir os sonhos de seus parceiros ou se dedicar à família. Mas, <strong>quanto vale um currículo em branco de uma mulher que fez tais sacrifícios?</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">O Custo do Apagão Profissional </h2>



<p>A decisão de se dedicar exclusivamente ao lar e aos filhos ou de seguir os sonhos do companheiro, abandonando sua carreira, pode levar a um &#8220;apagão&#8221; no currículo profissional de uma mulher, uma realidade que muitas vezes se torna um desafio em caso de divórcio. O que inicialmente é uma escolha conjunta do casal, muitas vezes é &#8220;esquecido&#8221; e dado como uma decisão unilateral da mulher na hora da separação. Para mitigar esses efeitos, é possível abordar essa questão em um contrato de família.</p>



<p>Um contrato de família pode incluir cláusulas que reconhecem e compensam o tempo dedicado ao lar e aos filhos. </p>



<h2 class="wp-block-heading">A Solução dos Contratos de Família</h2>



<p>Aqui entra a importância dos contratos de família. Esses acordos, como cláusulas pré-nupciais personalizadas, podem oferecer uma segurança maior do que o próprio regime de comunhão parcial de bens. Eles permitem que ambos os parceiros protejam seus interesses e carreiras, considerando mudanças significativas como a mudança de país ou a decisão de um dos parceiros de abandonar a carreira profissional.</p>



<p>Aqui estão alguns exemplos de como isso pode ser feito:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Cláusula de Compensação Financeira:</strong> Pode-se estabelecer uma cláusula que preveja uma compensação financeira para o cônjuge que se dedicou ao lar. Essa compensação pode ser um valor fixo ou uma porcentagem dos ganhos do outro cônjuge durante o período de inatividade profissional.</li>



<li><strong>Participação em Investimentos e Patrimônio:</strong> Outra opção é garantir que o cônjuge que se dedicou ao lar tenha uma participação nos investimentos e no patrimônio acumulado durante o casamento, reconhecendo sua contribuição indireta para o crescimento financeiro da família.</li>



<li><strong>Fundo de Educação e Recolocação Profissional:</strong> O contrato pode prever a criação de um fundo destinado à educação e recolocação profissional do cônjuge que se dedicou ao lar, cobrindo custos com cursos de atualização, graduação ou pós-graduação.</li>



<li><strong>Seguro de Vida ou Previdência Privada:</strong> Pode-se estabelecer que o cônjuge que se dedicou ao lar seja beneficiário de um seguro de vida ou de uma previdência privada, garantindo segurança financeira em longo prazo.</li>



<li><strong>Acordo de Manutenção Pós-Divórcio:</strong> O contrato pode incluir um acordo de manutenção (pensão) pós-divórcio, que considere o tempo dedicado ao lar e a necessidade de adaptação a uma nova realidade profissional.</li>
</ol>



<p>É importante que o contrato de família seja personalizado <a href="https://www.almadaandrade.com.br/contato/">e feito com um profissional com experiência na área </a>para refletir a realidade e as necessidades específicas de cada casal. A comunicação aberta e a negociação justa são fundamentais para garantir que ambos os parceiros se sintam protegidos e respeitados.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Formalizando Acordos Verbais</h2>



<p>Muitos casais fazem acordos verbais sobre essas questões, mas <strong>a formalização desses acordos é crucial. </strong>Um contrato formal pode registrar tipos de compensações, bonificações ou indenizações que a esposa (ou o marido, em alguns casos) receberá por ter abandonado sua carreira. Isso garante que ambos os parceiros estejam protegidos e que suas contribuições sejam reconhecidas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Prevenção de Disputas Litigiosas</h2>



<p><strong>Divórcios litigiosos muitas vezes ocorrem por falta de clareza nos acordos feitos durante o namoro ou noivado.</strong> Por isso, é essencial que o casal converse abertamente sobre suas expectativas e necessidades, formalizando esses acordos para evitar mal-entendidos futuros.</p>



<p>O período para essas conversas é antes do casamento, na hora de definirem o melhor regime de bens para o casal e quais serão os acordos que irão reger o relacionamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Flexibilidade e Adaptação: A Dinâmica dos Contratos Matrimoniais</h2>



<p>Um ponto crucial a ser destacado é a flexibilidade dos contratos matrimoniais. Se por acaso você esquecer de incluir uma informação importante no <a href="https://www.almadaandrade.com.br/acordo-pre-nupcial/">pacto antenupcial</a>, não se preocupe – é possível fazer ajustes mesmo após o casamento. Seja para revogar um acordo anterior, modificar cláusulas existentes ou criar novas questões, os contratos durante o casamento oferecem essa possibilidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Acompanhando o Amadurecimento da Relação</h2>



<p>É importante lembrar que os acordos feitos antes do casamento não são imutáveis. O casamento é uma jornada dinâmica, que deve acompanhar o amadurecimento e as mudanças na relação do casal. À medida que a vida evolui, com novos desafios e oportunidades, os acordos matrimoniais podem e devem ser revisados para refletir a realidade atual do casal.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Avaliando Soluções Personalizadas</h2>



<p>Cada casal é único, e as soluções para suas necessidades específicas devem ser avaliadas individualmente. É essencial buscar a orientação de um profissional especializado em direito de família para discutir as melhores opções e garantir que os <a href="https://www.almadaandrade.com.br/como-fazer-um-pacto-antenupcial-em-poucos-passos/">acordos sejam justos </a>e adequados para ambos os parceiros.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2>



<p>O caso de Susana Werner e Júlio César, embora não detalhado, ressalta a importância de pensar no casamento também como um contrato &#8211; um espaço de acordo e proteção mútua. É fundamental que os casais considerem a formalização de seus acordos, garantindo que ambos estejam seguros e que suas escolhas sejam respeitadas, independentemente do que o futuro possa reservar.</p>



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		<title>Evitando a maldição do segundo casamento</title>
		<link>https://www.almadaandrade.com.br/maldicao-do-segundo-casamento/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Almada de Andrade]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Oct 2023 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[casamento]]></category>
		<category><![CDATA[contrato]]></category>
		<category><![CDATA[regime de bens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Descubra como evitar a "maldição do segundo casamento" com a ajuda de um contrato pré-nupcial. Proteja seu amor e seu futuro juntos!</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Se você já passou pelo altar uma vez e está pensando em dar uma segunda chance ao amor, este artigo é para você. Já ouviu falar da &#8220;maldição do segundo casamento&#8221;? Calma, não é nada sobrenatural, mas é algo que muitos casais enfrentam. Vamos juntos entender o que é e como um contrato pré-nupcial ou de união estável pode ser a chave para evitar essa maldição.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é a &#8220;maldição do segundo casamento&#8221;?</h2>



<p>A &#8220;maldição&#8221; é uma expressão que se refere à ideia de que segundos casamentos têm mais chances de falhar do que os primeiros. Isso pode acontecer por vários motivos: traumas não resolvidos do primeiro casamento, comparações constantes com o ex-parceiro ou até mesmo a pressão de fazer tudo &#8220;certo&#8221; desta vez.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que um contrato pré-nupcial ou de união estável é a solução para a &#8220;maldição do segundo casamento&#8221;?</h2>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Clareza desde o Início</strong>: Um contrato pré-nupcial estabelece as regras do jogo desde o começo. Ambas as partes sabem exatamente o que esperar em termos financeiros, o que pode evitar muitos conflitos futuros.</li>



<li><strong>Proteção Patrimonial</strong>: Se você já passou por um divórcio conturbado, sabe o quão complicadas as coisas podem ficar quando se trata de bens. Um contrato pré-nupcial protege os bens de ambos, garantindo que, em caso de separação, tudo seja dividido de forma justa.</li>



<li><strong>Amadurecimento da Relação</strong>: Ao decidir fazer um contrato pré-nupcial ou de união estável, o casal está, na verdade, fortalecendo a relação. Estão mostrando que podem conversar sobre assuntos difíceis e tomar decisões juntos.</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading">Dicas para um segundo casamento de sucesso</h2>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Comunique-se Abertamente</strong>: A comunicação é a chave para qualquer relacionamento saudável. Fale sobre seus medos, expectativas e desejos para este novo capítulo.</li>



<li><strong>Deixe o Passado no Passado</strong>: Evite comparações com seu ex-parceiro. Cada pessoa e cada relação são únicas.</li>



<li><strong>Busque Terapia de Casal</strong>: Se você sente que há traumas não resolvidos ou questões pendentes do seu primeiro casamento, considere buscar terapia de casal. É uma excelente forma de fortalecer a relação e garantir que ambos estejam na mesma página.</li>
</ol>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity sc_height_tiny"/>



<p>A &#8220;maldição do segundo casamento&#8221; não precisa ser uma realidade para você. Com comunicação, compreensão e, claro, um contrato pré-nupcial ou de união estável, você pode garantir que este novo capítulo seja repleto de amor, respeito e compreensão. Dê a si mesmo e ao seu parceiro a chance de um recomeço feliz e seguro!</p>



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		<title>Qual o melhor regime de bens para uma família que tem empresas?</title>
		<link>https://www.almadaandrade.com.br/familia-que-tem-empresas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Almada de Andrade]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Oct 2023 01:38:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[regime de bens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Qual é o melhor regime de bens para uma família que tem empresas? Veja opções disponíveis para proteger seus ativos pessoais e empresariais.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Se você é proprietário de uma empresa e está se perguntando qual é o melhor regime de bens para sua família, saiba que existem várias opções disponíveis. Uma família que tem empresas precisa prestar atenção na escolha do regime de bens. </p>



<p>A escolha dependerá das necessidades e objetivos da sua família, bem como do tipo de empresa que você possui. Aqui estão algumas opções comuns:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Separação total de bens</strong>: Nesse regime, cada cônjuge mantém a propriedade dos bens que possuía antes do casamento e dos bens adquiridos durante o casamento. Isso significa que os bens da empresa pertencem apenas ao cônjuge que a possui.</li>



<li><strong>Comunhão parcial de bens</strong>: Nesse regime, os bens adquiridos durante o casamento são considerados propriedade comum do casal, enquanto os bens adquiridos antes do casamento permanecem propriedade individual. Se a empresa foi criada antes do casamento, ela será considerada propriedade individual do cônjuge que a possui.</li>



<li><strong>Comunhão universal de bens</strong>: Nesse regime, todos os bens do casal são considerados propriedade comum, incluindo a empresa.</li>



<li><strong>Participação final nos aquestos</strong>: Nesse regime, cada cônjuge mantém a propriedade dos bens que possuía antes do casamento e dos bens adquiridos durante o casamento. No entanto, no momento da dissolução do casamento, os bens adquiridos durante o casamento são divididos igualmente entre os cônjuges.</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading">Qual é o melhor regime de bens para uma família que tem empresas?</h2>



<p>Não há uma resposta única para essa pergunta, pois cada caso é único e depende das necessidades e objetivos da sua família. No entanto, aqui estão algumas coisas a serem consideradas:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Proteção dos ativos da empresa</strong>: Se você deseja proteger os ativos da sua empresa em caso de divórcio ou falecimento, pode ser melhor optar por um regime de separação total de bens ou comunhão parcial de bens.</li>



<li><strong>Proteção dos ativos pessoais</strong>: Se você deseja proteger seus ativos pessoais em caso de divórcio ou falecimento, pode ser melhor optar por um regime de separação total de bens ou participação final nos aquestos.</li>



<li><strong>Planejamento sucessório</strong>: Se você deseja planejar a sucessão da sua empresa e garantir que ela permaneça na família após sua morte, pode ser melhor optar por um regime de comunhão universal de bens.</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading">Planejamento para proteger sua família e sua empresa</h2>



<p>O planejamento matrimonial e a elaboração de um contrato pré-casamento e acordo de sócios são importantes para proteger os interesses das partes envolvidas. </p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O <strong>planejamento matrimonial</strong> é um processo que ajuda os casais a definir seus objetivos financeiros e a tomar decisões importantes sobre como gerenciar suas finanças durante o casamento. Isso pode incluir a criação de um orçamento, a definição de metas financeiras e a <a href="https://www.almadaandrade.com.br/acordo-pre-nupcial/">escolha do regime de bens</a>.</li>



<li>O <strong>contrato pré-casamento</strong>, ou <a href="https://www.almadaandrade.com.br/como-fazer-um-pacto-antenupcial-em-poucos-passos/">pacto antenupcial</a>, é um documento legal que estabelece os termos e condições do casamento antes que ele ocorra. Ele pode incluir disposições sobre como os bens serão divididos em caso de divórcio, bem como outras questões financeiras. O contrato pré-casamento é especialmente importante para casais que possuem empresas ou outros ativos significativos.</li>



<li>O<strong> <a href="https://www.almadaandrade.com.br/qual-a-diferenca-entre-contrato-social-e-acordo-de-socios/">acordo de sócios</a></strong> é um documento legal que estabelece as regras e regulamentos para a gestão da empresa. Ele pode incluir disposições sobre como os lucros serão distribuídos, como as decisões serão tomadas e como os conflitos serão resolvidos. O acordo de sócios é importante para garantir que todos os sócios estejam na mesma página e que a empresa seja gerenciada de forma eficaz.</li>
</ul>



<p>Em resumo, o planejamento matrimonial, o contrato pré-casamento e o acordo de sócios são ferramentas importantes para proteger os interesses das partes envolvidas. Eles podem ajudar a evitar conflitos futuros e garantir que todos estejam na mesma página. Se você está pensando em se casar ou possui uma empresa, é importante considerar esses documentos legais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2>



<p>Em resumo, existem várias opções disponíveis quando se trata de escolher um regime de bens para uma família que tem empresas. A escolha dependerá das necessidades e objetivos da sua família, bem como do tipo de empresa que você possui. É importante lembrar que é sempre recomendável buscar orientação jurídica especializada para garantir que seus direitos sejam protegidos.</p>



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		<title>Como desfazer união estável? Guia prático</title>
		<link>https://www.almadaandrade.com.br/como-desfazer-uniao-estavel/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Almada de Andrade]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Oct 2023 16:11:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[contrato]]></category>
		<category><![CDATA[regime de bens]]></category>
		<category><![CDATA[união estável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Descubra o passo a passo de como desfazer união estável, seja de forma extrajudicial ou judicial. Encerre essa etapa com tranquilidade! </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Se você está aqui, provavelmente está passando por um momento delicado e cheio de dúvidas: como desfazer união estável? Afinal, a vida tem dessas, e nem sempre as coisas saem como planejamos. Mas, calma! Esse post veio para te ajudar a entender o processo e tornar tudo mais tranquilo. Vamos lá?</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é união estável?</h2>



<p>Antes de mais nada, vamos relembrar rapidinho: a união estável é um tipo de relacionamento reconhecido pelo Estado, onde duas pessoas convivem de forma contínua, duradoura, pública e com o objetivo <em>presente</em> de constituir família.  É semelhante ao casamento, mas sem a necessidade de uma cerimônia ou registro em cartório &#8211; mas nem por isso você deve <a href="https://www.almadaandrade.com.br/lara-nesteruk-e-neto-a-importancia-do-contrato-de-uniao-estavel/">deixar de fazer </a>uma declaração de união estável. Ela garante direitos e deveres para ambos os parceiros, como divisão de bens e pensão alimentícia.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como desfazer união estável: Passo a passo</h2>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Decisão Conjunta</strong>: O primeiro passo é, claro, a decisão do casal. Ambos precisam estar de acordo com o fim da união estável.</li>



<li><strong>Dissolução Extrajudicial</strong>: Se o casal não tem filhos menores e está de acordo com a divisão de bens, a dissolução pode ser feita de forma extrajudicial. Isso significa que vocês podem ir diretamente a um cartório, com um advogado, e formalizar o fim da união. É um processo mais rápido e menos burocrático.</li>



<li><strong>Dissolução Judicial</strong>: Agora, se o casal tem filhos menores ou não concorda com a divisão de bens, aí a coisa complica um pouquinho. Será necessário entrar com uma ação judicial para desfazer a união estável. Nesse caso, um juiz decidirá sobre a divisão de bens, pensão, guarda dos filhos, entre outros detalhes. É um processo mais demorado e pode ser um pouco mais estressante, mas garantirá que tudo seja resolvido conforme a lei. </li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading">Dicas importantes ao desfazer a união estável</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Busque Assessoria Jurídica</strong>: Seja na dissolução extrajudicial ou judicial, contar com um advogado te ajudará a entender todos os trâmites e garantirá que seus direitos sejam respeitados.</li>



<li><strong>Mantenha a Calma</strong>: Sabemos que términos são momentos delicados. Respire fundo, busque apoio de amigos e familiares e lembre-se de que tudo passa.</li>



<li><strong>Pense no Futuro</strong>: Ao desfazer a união estável, pense em como você deseja que seja sua vida daqui para frente. Isso te ajudará a tomar decisões mais assertivas durante o processo.</li>



<li><strong>Documentação</strong>: Tenha em mãos todos os documentos necessários, como identidade, CPF e o documento que comprove a união estável (se houver). Seu advogado irá te auxiliar também nesse processo! </li>



<li><strong>Divisão de Bens</strong>: Quando possível, tente entrar em um acordo amigável sobre a divisão de bens. Isso tornará o processo mais rápido e menos estressante.</li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity sc_height_tiny"/>



<p>Desfazer uma união estável pode parecer complicado à primeira vista, mas com as informações certas e uma boa orientação, tudo fica mais simples. Lembre-se de que é um momento delicado e que o respeito mútuo deve prevalecer. Seja qual for o motivo do fim da união, o importante é encerrar essa etapa de forma tranquila e seguir em frente.</p>



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