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	<title>Arquivos dívidas - Almada Andrade</title>
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	<description>Sociedade de Advogados</description>
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	<title>Arquivos dívidas - Almada Andrade</title>
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		<title>Cônjuge pode ter bens pesquisados em execução? Entenda os riscos da comunhão parcial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renata Almada de Andrade]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Jul 2025 20:26:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Decisões]]></category>
		<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[regime de bens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>TJ/SP autoriza pesquisa de bens da esposa do devedor: saiba o que diz a decisão e os riscos da comunhão parcial de bens A&#160;21ª Câmara de Direito Privado&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.almadaandrade.com.br/conjuge-bens-pesquisados-em-execucao/">Cônjuge pode ter bens pesquisados em execução? Entenda os riscos da comunhão parcial</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.almadaandrade.com.br">Almada Andrade</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading"><br>TJ/SP autoriza pesquisa de bens da esposa do devedor: saiba o que diz a decisão e os riscos da comunhão parcial de bens</h2>



<p>A&nbsp;<strong>21ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ/SP)</strong>&nbsp;decidiu, de forma unânime, que é possível a&nbsp;<strong>pesquisa de bens em nome da esposa de um executado</strong>, mesmo que ela&nbsp;<strong>não integre diretamente o processo de execução</strong>, desde que o casal seja casado sob o regime de&nbsp;<strong>comunhão parcial de bens</strong>.</p>



<p>A decisão foi tomada no âmbito de uma&nbsp;<strong>execução de título extrajudicial movida pelo CCB Brasil &#8211; China Construction Bank</strong>, e tem chamado atenção pelo impacto patrimonial que pode alcançar cônjuges em processos judiciais.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O que motivou a decisão?</h3>



<p>O banco exequente solicitou autorização para realizar&nbsp;<strong>pesquisas de bens via sistemas como Renajud, Infojud e Sisbajud</strong>, buscando patrimônio que possa ser alcançado pela execução, uma vez que o casal é casado sob o regime de&nbsp;<strong>comunhão parcial de bens</strong>.</p>



<p>A decisão de&nbsp;<strong>1ª instância havia negado o pedido</strong>, sob o argumento de que&nbsp;<strong>não existe solidariedade entre cônjuges</strong>&nbsp;e que tal medida violaria o&nbsp;<strong>direito ao contraditório e à ampla defesa</strong>&nbsp;da esposa, que não é parte da ação.</p>



<p>No entanto, ao analisar o recurso, o&nbsp;<strong>desembargador Miguel Petroni Neto</strong>, relator do caso, reformou a decisão, destacando que&nbsp;<strong>é legítima a investigação de bens do cônjuge</strong>&nbsp;quando existe&nbsp;<strong>comunhão parcial</strong>&nbsp;e, portanto,&nbsp;<strong>possibilidade de meação sobre o patrimônio adquirido durante o casamento</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Fundamento legal: artigo 790, IV, do CPC</h3>



<p>O relator baseou sua decisão no&nbsp;<strong>art. 790, inciso IV, do Código de Processo Civil</strong>, que autoriza a responsabilização patrimonial do cônjuge&nbsp;<strong>quando seus bens próprios ou da meação podem ser atingidos para o pagamento da dívida</strong>.</p>



<p>Além disso, reforçou que&nbsp;<strong>a simples pesquisa de bens não configura violação de direitos</strong>, e que eventual bloqueio indevido, como em salários ou bens particulares,&nbsp;<strong>pode ser contestado posteriormente pela parte atingida</strong>, com os devidos meios legais.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O que é a comunhão parcial de bens?</h3>



<p>A&nbsp;<strong>comunhão parcial de bens</strong>&nbsp;é o regime legal padrão no Brasil, adotado automaticamente quando os cônjuges não escolhem outro regime ao se casar. Nele,&nbsp;<strong>todos os bens adquiridos durante o casamento são comuns ao casal</strong>, ainda que estejam registrados em nome de apenas um dos cônjuges.</p>



<p>Por isso, em processos de execução,&nbsp;<strong>os bens adquiridos após o casamento podem ser parcialmente alcançados</strong>&nbsp;para pagamento de dívidas contraídas&nbsp;<strong>individualmente</strong>&nbsp;por um dos cônjuges,&nbsp;<strong>salvo exceções legais</strong>, como heranças, doações com cláusula de incomunicabilidade ou bens adquiridos antes do casamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Riscos de não planejar o regime de bens</h2>



<p>A decisão do TJ/SP evidencia um ponto fundamental: <strong>muitos casais se casam </strong><a href="https://www.almadaandrade.com.br/como-fazer-um-pacto-antenupcial-em-poucos-passos/"><strong>sem planejamento patrimonial</strong>, </a>acreditando que somente o patrimônio individual será protegido. No entanto, o regime de bens <strong>define a extensão do risco financeiro compartilhado no casamento</strong>.</p>



<p>É comum que casais:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Casem sem consultar advogado</strong>;</li>



<li><strong>Abram empresas ou adquiram imóveis sem planejamento jurídico</strong>;</li>



<li><strong>Façam acordos verbais ou informais, sem respaldo legal</strong>.</li>
</ul>



<p>Esse comportamento pode resultar em&nbsp;<strong>consequências jurídicas graves</strong>, como penhora de bens comuns ou até bloqueio de valores depositados em contas conjuntas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como se proteger?</h2>



<p>Para proteger seu patrimônio em relações conjugais:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Avalie, com um advogado, <strong>qual regime de bens é mais adequado</strong> à sua realidade;</li>



<li>Registre <strong>contratos de convivência</strong> ou <strong><a href="https://www.almadaandrade.com.br/acordo-pre-nupcial/">pactos antenupciais</a></strong> em cartório;</li>



<li>Formalize a divisão de bens em caso de dissolução da união;</li>



<li>Tenha <strong>consciência patrimonial ativa</strong>, especialmente em relações com histórico financeiro ou empresarial complexo.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Conclusão</h3>



<p>A decisão do TJ/SP de&nbsp;<strong>autorizar a pesquisa de bens da esposa do devedor</strong>&nbsp;reforça a importância do regime de bens no casamento. A&nbsp;<strong>comunhão parcial</strong>, adotada automaticamente na maioria dos casamentos,&nbsp;<strong>não protege integralmente o patrimônio de um dos cônjuges</strong>, e pode permitir que&nbsp;<strong>bens da família sejam alcançados em ações judiciais contra apenas um dos cônjuges</strong>.</p>



<p>Se você deseja proteger seus bens ou está envolvido em um processo de execução,&nbsp;<strong>procure a orientação de um advogado especializado em Direito de Família e Patrimonial</strong>. O planejamento preventivo é o melhor caminho para evitar surpresas desagradáveis no futuro.</p>



<p><strong>Precisa proteger seu patrimônio ou revisar seu regime de bens?</strong></p>



<p>Agende uma consulta com nosso escritório e receba orientação estratégica e segura para seu caso.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Entre em contato com nosso escritório</h3>



<p>Se ainda ficou alguma dúvida e você precisa da ajuda de um advogado,<strong><a href="https://wa.me/5532999952049"> entre em contato</a></strong> conosco. Durante a consulta jurídica você poderá discutir suas preocupações específicas. <strong><a href="https://wa.me/5532999952049">Agende agora</a></strong> sua consulta presencial ou online. </p>



<p>Estamos localizados em Muriaé, Minas Gerais, mas atendemos online clientes de todo o Brasil e até do exterior. Se necessário, contamos com parceiros espalhados por&nbsp;todo&nbsp;o&nbsp;país.</p>



<p>Você também pode acompanhar mais conteúdos de Direito de Família no meu Instagram, <strong><a href="https://www.instagram.com/renataalmada/">@renataalmada.</a></strong></p>



<h3 class="wp-block-heading">Contatos</h3>



<p>E-mail: <a href="mailto:contato@almadaandrade.com.br">contato@almadaandrade.com.br</a></p>



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